{"id":3537,"date":"2013-08-08T00:00:00","date_gmt":"2013-08-08T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/abrampa.org.br\/stj-mantem-condenacao-com-base-no-antigo-codigo-florestal\/"},"modified":"2013-08-08T00:00:00","modified_gmt":"2013-08-08T03:00:00","slug":"stj-mantem-condenacao-com-base-no-antigo-codigo-florestal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrampa.org.br\/en\/stj-mantem-condenacao-com-base-no-antigo-codigo-florestal\/","title":{"rendered":"STJ mant\u00e9m condena\u00e7\u00e3o com base no antigo C\u00f3digo Florestal"},"content":{"rendered":"<div style=\"margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;\" class=\"sharethis-inline-share-buttons\" ><\/div><p><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Arial;\">\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Arial;\">As regras do antigo C\u00f3digo Florestal ainda s\u00e3o v\u00e1lidas no julgamento de casos de responsabilidade civil ambiental ocorridos antes da entrada em vigor da nova lei que o substituiu. Esse foi o entendimento un\u00e2nime da Segunda Turma do Superior Tribunal de Justi\u00e7a (STJ) que rejeitou os argumentos da defesa em uma A\u00e7\u00e3o Civil P\u00fablica movida pelo Minist\u00e9rio P\u00fablico do Estado do Mato Grosso do Sul (MPE-MS) contra um loteamento constru\u00eddo na margem do Rio Ivinhema.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Arial;\">O recurso impetrado pelo MPE-MS tem por objetivo restabelecer a senten\u00e7a de primeiro grau, que determinou a demoli\u00e7\u00e3o de edifica\u00e7\u00f5es em uma \u00e1rea de preserva\u00e7\u00e3o permanente (APP) nas margens do rio, al\u00e9m da recupera\u00e7\u00e3o integral na \u00e1rea. O ac\u00f3rd\u00e3o do STJ trata de apenas um rancho, mas ao todo s\u00e3o quase 60 recursos especiais id\u00eanticos e referentes aos demais lotes e ranchos. A Corte j\u00e1 anulou todos os ac\u00f3rd\u00e3os do Tribunal de Justi\u00e7a do Mato Grosso do Sul (TJ-MS) sobre o tema e em um segundo julgamento vem determinando as demoli\u00e7\u00f5es e a recupera\u00e7\u00e3o da \u00e1rea degradada.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Arial;\">\u201cO mais importante neste caso \u00e9 a desmistifica\u00e7\u00e3o que o Novo C\u00f3digo Florestal regulariza situa\u00e7\u00f5es apontadas como irregulares no passado. Essas constru\u00e7\u00f5es permanecem ilegais porque j\u00e1 se encontravam irregulares sob a regra do c\u00f3digo revogado. Al\u00e9m disso, o processo de licenciamento para a regulariza\u00e7\u00e3o do loteamento tamb\u00e9m \u00e9 apontado como ilegal. Esses casos que o STJ vem decidindo s\u00e3o extremamente importantes para a evolu\u00e7\u00e3o do Direito Ambiental e, enfim, para a implanta\u00e7\u00e3o da &#8220;justi\u00e7a ambiental&#8221;, definitivamente. Enfim, as pessoas devem aderir \u00e0 realiza\u00e7\u00e3o de seus projetos dentro da legalidade para evitar serem responsabilizados civil, administrativa e criminalmente\u201d, ressalta o promotor de Justi\u00e7a do N\u00facleo das Promotorias de Justi\u00e7a do Pantanal e da Bacia do Paran\u00e1 Alexandre Lima Raslan.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Arial;\">Raslan, que integra a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira dos Membros do Minist\u00e9rio P\u00fablico de Meio Ambiente (Abrampa), explica ainda que, al\u00e9m das demoli\u00e7\u00f5es e da repara\u00e7\u00e3o da \u00e1rea degradada, tamb\u00e9m ser\u00e1 analisado a ocorr\u00eancia da pr\u00e1tica de ato de improbidade administrativa ambiental referente \u00e0 concess\u00e3o de licen\u00e7a ambiental ilegal que buscou regularizar o mencionado loteamento, conforme determinou em seu voto o ministro Mauro Campbell Marques.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"font-family: Arial;\">\u201cVamos apurar, oportunamente, quando os autos retornarem do STJ. Acaso haja elementos poder\u00e1 haver a\u00e7\u00e3o de improbidade administra ambiental referente \u00e0 emiss\u00e3o da licen\u00e7a, aos danos ambientais decorrentes etc.\u201d, afirma Alexandre Lima Raslan, autor do recurso especial juntamente com os promotores Pl\u00ednio Alessi Junior, de Nova Andradina, e os Procuradores de Justi\u00e7a S\u00e9rgio Luiz Morelli e Marig\u00f4 Regina Bittar Bezerra.<\/span><\/span><\/p>\n<p>Infoma\u00e7\u00f5es \u00e0 Imprensa<br \/>\nKnowledge Media &#8211; KM<br \/>\nFernando Mendes<br \/>\nfernandomendes@kmnaweb.com<br \/>\n(27) 8179.7777<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0 As regras do antigo C\u00f3digo Florestal ainda s\u00e3o v\u00e1lidas no julgamento de casos de responsabilidade civil ambiental ocorridos antes da entrada em vigor da nova lei que o substituiu. Esse foi o entendimento un\u00e2nime da Segunda Turma do Superior Tribunal de Justi\u00e7a (STJ) que rejeitou os argumentos da defesa em uma A\u00e7\u00e3o Civil P\u00fablica [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"pmpro_default_level":0,"_uag_custom_page_level_css":"","footnotes":""},"categories":[13],"tags":[],"acf":[],"uagb_featured_image_src":{"full":false,"thumbnail":false,"medium":false,"medium_large":false,"large":false,"1536x1536":false,"2048x2048":false,"abrampa-post-thumbnail":false,"abrampa-logo":false},"uagb_author_info":{"display_name":"user","author_link":"https:\/\/abrampa.org.br\/en\/author\/user\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"\u00a0 As regras do antigo C\u00f3digo Florestal ainda s\u00e3o v\u00e1lidas no julgamento de casos de responsabilidade civil ambiental ocorridos antes da entrada em vigor da nova lei que o substituiu. Esse foi o entendimento un\u00e2nime da Segunda Turma do Superior Tribunal de Justi\u00e7a (STJ) que rejeitou os argumentos da defesa em uma A\u00e7\u00e3o Civil P\u00fablica&hellip;","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/abrampa.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3537"}],"collection":[{"href":"https:\/\/abrampa.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/abrampa.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/abrampa.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/abrampa.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3537"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/abrampa.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3537\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/abrampa.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3537"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/abrampa.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3537"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/abrampa.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3537"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}