Publicado em 21/06/2016
Projeto do MPMG é reconhecido pelo Ministério do Meio Ambiente
O projeto Cultura sustentável no Jequitinhonha, do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), foi agraciado, na sexta feira, 17 de junho, com o certificado Dryland Champions, do Ministério do Meio Ambiente. O reconhecimento é concedido a projetos de todo o país que realizam contribuições práticas ao manejo sustentável de terras, com destaque à prevenção da degradação ambiental, melhoria da condição de vida dos povos e apoio a meios de subsistência alternativa em terras áridas.
Iniciativa da Coordenadoria Regional das Promotorias de Justiça de Meio Ambiente do Jequitinhonha e Mucuri, em parceria com o Núcleo de Resolução de Conflitos Ambientais (Nucam), e executado pelo Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Sustentabilidade (Iabs), o projeto identificou e capacitou entidades associativas nos nunicípios de Jequitinhonha e Ponto dos Volantes, de forma a torná-las aptas a produzir artesanato representativo da cultura local, de forma sustentável, a partir de produtos extraídos do meio ambiente. Além disso, foram realizadas qualificações para inserção do artesanato no mercado consumidor, com estratégias de precificação e marketing, dando alternativas sustentáveis de renda à população do Vale do Jequitinhonha e preservando a cultura local.
Segundo os promotores de Justiça Felipe Faria de Oliveira, coordenador regional de Meio Ambiente do Jequitinhonha e Mucuri, e Carlos Eduardo Ferreira Pinto, coordenador do Nucam, “este importante reconhecimento pelo Ministério do Meio Ambiente, além de trazer enorme orgulho ao Ministério Público de Minas Gerais, aponta a importância de incentivarmos e desenvolvermos soluções concretas e efetivas em prol do meio ambiente e da população mais carente em nosso estado. É possível aliar alternativas de renda e desenvolvimento à preservação ambiental e cultural, e este projeto é um exemplo prático com resultados muito significativos. Agradecemos e compartilhamos esta premiação com nosso parceiro executivo, o Iabs, que foi fundamental para o sucesso do projeto.”
Fonte: Nucam
