Publicado em 27/03/2026
ABRAMPA participa de debate sobre o futuro dos resíduos no Waste Summit 2026

A Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente (ABRAMPA) integrou o debate sobre os desafios e caminhos da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) durante o Waste Summit 2026, realizado em 26 de março, em São Paulo. A participação da entidade contribuiu para enriquecer a discussão sobre o aprimoramento do arcabouço normativo ambiental e a efetividade das políticas públicas voltadas à gestão de resíduos no país.

Representando a entidade, o presidente da ABRAMPA e promotor de Justiça do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), Luciano Loubet, integrou o Painel III – “O Futuro dos Resíduos – PNRS e Arcabouço Normativo”. A discussão reuniu diferentes atores institucionais para analisar desafios regulatórios, instrumentos legais e caminhos para ampliar a efetividade das políticas públicas voltadas à gestão de resíduos.
Também participou do painel o promotor de Justiça do Ministério Público do Maranhão (MPMA) e ex-presidente da ABRAMPA, Luis Fernando Barreto Júnior, reforçando a presença da instituição no debate técnico sobre a agenda nacional de resíduos sólidos.
O painel contou ainda com a participação de Adalberto Maluf, secretário nacional de Meio Ambiente Urbano e Qualidade Ambiental; Eduardo Santos, diretor de Gestão de Resíduos do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima; Liv Nakashima, diretora de Gestão Corporativa e Sustentabilidade da CETESB; Pedro Maranhão, presidente da ABREMA; e do deputado federal Arnaldo Jardim, presidente da Frente Parlamentar da Economia Verde. A mediação foi conduzida por Carlos Silva Filho e Fabricio Soler.
Promovido pelo Instituto PNRS, o Waste Summit reúne representantes do setor público, iniciativa privada e especialistas para discutir soluções estruturantes para a gestão de resíduos no Brasil. A programação incluiu ainda painéis sobre logística reversa de embalagens plásticas e modelagem e indicadores para os serviços de limpeza urbana, evidenciando a necessidade de integração entre regulação, inovação e governança.
